Dostoievski – Crime e Castigo

Nesta animação, poeticamente escura, o cineasta polonês  Piotr Dumala oferece uma interpretação altamente pessoal do romance clássico de Fiodor Dostoievski – Crime e Punição. “Meu filme é como um sonho”, disse Dumala em 2007. “É como se alguém tivesse lido Crime e Punição e depois tivesse um sonho sobre isso”.

A versão de Dumala ocorre somente à noite. A história é contada expressivamente, sem diálogo e com um fluxo alterado de tempo. O romance complexo e multi-camadas é reduzido a alguns personagens e eventos centrais:

“Na cidade russa de São Petersburgo, um jovem chamado Raskolnikov encontra-se em seu quarto escuro meditando sobre um crime sangrento.

Ele assassinara uma mulher idosa com quem ele tinha penhorado seu relógio. Quando a irmã mais nova chega em casa inesperadamente, ele a mata também. Ele confessa o crime à uma jovem chamada Sonya. O sinistro espião Svidrigailov sabe do amor de Raskolnikov por Sonya e dos seus pecados. No final Svidrigailov pega uma pistola e “vai para a América” se matar.

Dumala demorou três anos de trabalho. Seu método: É uma forma de “animação destrutiva”. Cada imagem existe apenas o tempo suficiente para ser fotografada e pintada para criar um senso de movimento. É um processo que às vezes faz Dumala triste. “Acho que às vezes, quando faço um desenho no meu filme, quero mantê-lo”, disse ele a Melissa Chimovitz da  Animation World Network  em 1997, “mas devo destruí-lo porque essa é a técnica que uso. Eu devo destruir cada quadro para colocar em seu lugar outro, o próximo, para ter movimento. Dessa forma, às vezes eu acho que é muito sofrimento, destruir o tempo todo o que estou fazendo. ”

fonte.

 

As Consequências da Revolução Industrial

Serie da BBC que explora as mudanças ocorridas na ciência, tecnologia e política no século XVIII, quando o começo da industrialização moldava o mundo em que vivemos hoje. História, comportamento, desenvolvimento da sociedade ocidental e industrialização são os temas desta série.

Utopia e Barbárie – entender o passado para mudar o futuro

O documentário trafega por alguns dos episódios mais polêmicos dos últimos séculos, como as bombas de Hiroshima e Nagasaki, o Holocausto, a Revolução de Outubro, o ano de 1968 no mundo (Brasil, França, Chile, Argentina, Uruguai, dentre outros), a Operação Condor, a queda do Muro de Berlim e a explosão do neoliberalismo mais canibal que a História já conheceu.

Utopia e Barbárie é uma verdadeira aula de história e segue como indicação para professores preocupados em mostrar outras formas de conhecimento.

Por que 1º de abril é o dia da mentira?

Por que 1º de abril é o dia da mentira?

A brincadeira surgiu na França, no reinado de Carlos IX (1560-1574). Desde o começo do século XVI, o ano- novo era comemorado em 25 de março, com a chegada da primavera. As festas, que incluíam troca de presentes e animados bailes noite adentro, duravam uma semana, terminando em 1º de abril. Em 1562, porém, o papa Gregório XIII (1502-1585) instituiu um novo calendário para todo o mundo cristão – o chamado calendário gregoriano – em que o ano-novo caía em 1º de janeiro. O rei francês só seguiu o decreto papal dois anos depois, em 1564, e, mesmo assim, os franceses que resistiram à mudança, ou a ignoraram ou a esqueceram, mantiveram a comemoração na antiga data. Alguns gozadores começaram a ridicularizar esse apego enviando aos conservadores adeptos do calendário anterior – apelidados de “bobos de abril” – presentes estranhos e convites para festas inexistentes. Com o tempo, a galhofa firmou-se em todo o país, de onde, cerca de 200 anos depois, migrou para a Inglaterra e daí para o mundo.
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Mentira X Verdade